domingo, 11 de maio de 2008


Quando falam que a gente só vai compreender nossa mãe quando nos tornarmos mãe, a gente acha que é besteira, mas hoje vejo o tanto de verdade que tem nisso.

Fico pensando no quanto minha mãe deve ter ficado triste ou p* da vida quando eu pedia à ela que me “desse” para a minha vó e me deixasse morando “para sempre” em Laguna. Que bom que ela não fez isso!

Ela sempre nos tratou com todo o respeito e carinho que hoje nem sempre consigo perceber nas mães das tantas crianças com quem minha vida profissional me permite conviver. Ela sempre tinha (e tem) tempo para nos ouvir, nos dar um colo e fazer bonequinhas de pano enquanto esperamos que “tudo passe”, sem tirar nossa responsabilidade pelo que nos competia.

Ela nunca me deu nenhuma surra, até porque eu não fui criança de aprontar, lá, muito. Mas tinha o “poder” de dar uns olhares e cutucões que nos faziam, num instantinho, parar quando começávamos a querer “nos passar”.

Ela fez uma das coisas pelas quais eu lhe sou mais agradecida: me ensinou a ler!! Que eu consiga ter com a Alissa, ao menos, metade da paciência que ela teve comigo, em cada dia da “Escolinha da Tia Teteca”, em cada “deveres”, em cada leitura dos textos inicias da faculdade, ou do projeto de Mestrado.

Ela me ensinou a economizar, mas também a resolver alguns dilemas consumistas com as frase: “Na dúvida, leva os dois! Tu trabalhas para isso e vais usar, mesmo!”.
E, sempre que eu me desespero frente a qualquer coisa, ela me dá o "chão", me lembrando que eu devo fazer as coisas dentro das minhas possibilidades e, na medida do possível, dentro do meu querer... E isso faz qualquer coração "atucanado" se acalmar...

Ela escolheu o meu pai e me presenteou com dois irmãos a quem eu amo, constituindo uma família da qual eu tenho muita alegria e orgulho, apesar das incomodações “básicas”, de fazer parte.

Obrigada, mãe, por ser espelho para a mãe que eu desejo também ser para a nossa pitoca!

E a cada amiga e leitora mamãe do 7x7, um feliz dia das mães!

domingo, 4 de maio de 2008

"Qualquer maneira de amor vale à pena;
qualquer maneira de amor vale amar"

Ontem Florianópolis, mesmo embaixo de chuva, realizou sua 3a. Parada da Diversidade, com cerca de 40 mil pessoas.
Estava vendo uma entrevista na TV e, pela informação fornecida, a capital foi a última a aderir as paradas, porém, este ano, foi quem abriu o calendário nacional, nesta categoria. A entrevistadora, comentou algo do tipo: "É, um pouco atrasada...". "Não... Bastante atrasada!", retrucou um dos organizadores do evento.
Atrasados ou não, impossível é fechar os olhos para aquilo que "fuja" ao que a maioria considera "normal". E isso não se refere somente à preferência sexual. Afinal, não se trata de uma questão de escolha... Se trata de vida, de liberdade, de direitos.

Em tempo: Já estamos em maio e há menos de dois meses da chegada da Alissa. Nesse meio tempo, tentando concluir um Mestrado... Vamos ver quem nasce primeiro: a filhota ou a dissertação!

quinta-feira, 24 de abril de 2008

Mais um aniversárioooo

Hoje o dia especial é da enfermeira Prizoca...parabéns pra nossa amiga limeiriense e que ela não se esqueça de que me ofereceu carona* e depois "desofereceu"...rs.
Milhões de felicidades.


* Piada interna.

quarta-feira, 23 de abril de 2008

Alguém tinha dúvida?

Sim, ela conseguiu passar no Exame da OAB...alguém duvidava disso?


Parabéns Rezitcha, a advogada dos frascos e comprimidos...eeeeeee.

Beijoca

sexta-feira, 18 de abril de 2008

Livros

A menina que roubava livros (The book thief), de Markus Zusak, 2006: livro 'da moda' que merece todo o furor que causa. Excelente para quem curte HQ's e História (com maiúscula mesmo), e pra quem gosta de ler um mesmo livro várias vezes (eu!).
O bonitão Markus Zusak conseguiu uma proeza deliciosa: misturar prosa e poesia nas medidas exatas, sem ser piegas ou artificialmente dramático; pelo contrário, o drama está lá, mas acima de tudo está a ironia, o sarcasmo que uma situação tão horrível quanto uma guerra pode ter aos olhos da Morte. E fazer dela a narradora no livro, é uma sacada de mestre, dotando-lhe de inusitada simpatia (!) com o público leitor. Dar o (co)protagonismo para uma criança também não é nada fácil, mas Zusak mais uma vez conseguiu dar profundidade e realismo nos atos de Liesel, na formação de sua personalidade, tocada e modificada pelos pais e pelos amigos e vizinhos, colegas de guerra. Livro essencialmente palpável, as descrições orgânicas que a Morte faz das pessoas, das paisagens etc, são primorosas (e cabe aqui um parabéns para a tradução de Vera Ribeiro que captou certinho o texto original), e por mais estranho que possa ser escrever e/ou ler isto, livro divertido; não é o fato de ser localizado numa guerra (das piores, se é que dá para classificar isso) que elimina os fatos engraçados e espontâneos que uma criança-quase-adolescente vive. Apesar disso, chorei baldes; há passagens que o coração aperta de tão realistas que ficaram descritas, como quando o pai de Liesel quebra todas as regras e oferece um pão a um judeu, ou quando ela passa por situação quase idêntica e claro, sobre os acontecimentos finais, a sanfona e tal... Recomendadíssimo.

Marley & eu: a vida e o amor ao lado do pior cão do mundo (Marley & me), John Grogan, 2005: Procuro desviar de livros que são vendidos como água, muito mais àqueles que ‘exploram’ animais para vender (ou como acontece em filmes, quando um animal é usado para que o público se apegue e depois o animal morre a gente chora lictros, como em “King Kong”, por exemplo), mas a este eu não pude resistir. Ainda bem. A narrativa de John Grogan, escolado e calejado repórter de jornalecos e jornalões, rs, é deliciosa, simples, sem firula nem malabarismos para mostrar quão grande escritor ele é. Sincero e honesto, características dificílimas de se encontrar em escritores (contemporâneos ou não). Ri muito, porque nem de longe conheço cão tão estabanado, mas sim que no livro dá pra se reconhecer características isoladas em vários cães que já tive, ou amigos e parentes já tiveram (aí fico imaginando todos eles juntos num cão só... Nossa!). Ri muitão mesmo. Mas pra variar e compensar, chorei de baldada, por todas as demonstrações de afeto não só de John e família por Marley como de Marley por eles (e quem tem cães sabe como eles são extremamente eficientes em ser afetuosos e carinhosos) apesar ou por causa de tudo que ele foi, fez e representou na vida daquela família. Como o próprio autor brinca, as vendas volumosas do livro são como um pagamento póstumo a todo prejuízo que Marley causou pra ele e um reconhecimento a tudo que ele representou e representa na vida dele. Agora é esperar pelo filme, já sendo rodado.

Em seu lugar (In her shoes), Jennifer Weiner, 2002: Na ordem inversa, vi o filme antes de ler o livro, a contragosto porque não gosto de Cameron Diaz (acho que todos a superestimam, quando ela não consegue sair do papel de Mary-pantera nem ser tão bonita quanto dizem, mas isso é papo pra outro bost) mas adoro Toni Collette (que acho todo o contrário, competentíssima e carismática), aí vi o filme. E fiquei boba: além de uma adaptação sensível a um tema que facilmente cairia no piegas e chinfrim, típico para filme de tv, o elenco coube certinho e o roteiro ficou magnífico. Aí fui ler o livro (grazie, Shuca!) e nenhuma das atrizes (nem dos atores, que são poucos mas marcantes) poderia ser outra; todas afinadas e plausíveis com o livro (diga-se de passagem, adaptado praticamente ao pé da letra; trabalho magistral quando se trata de um tema cotidiano e comum). Livro e filme tratam de uma relação tão deliciosa quanto delicada, a de irmãs (sorry, mas irmã-irmão não vale, é irmã-irmã mesmo, tem diferença sim). Relato sobre como irmãs se amam e se odeiam, se conhecem do avesso, podem ser capazes de se magoar e, acima de qualquer coisa, se perdoar e se amar mais ainda. Costurando tudo isso com narrativa simples e usual, Jennifer Weiner se aproveita da expressão em inglês “in her shoes” para explorar tanto o sentido que tem (a tradução do título é fiel) quanto a paixão que (quase?) todas mulheres temos por sapatos.

domingo, 13 de abril de 2008

E, com vocês... O MODERNINHO!!!

Especialmente para as nossas "pequenas" e "pequenos" leitores (para não adminitr de algumas de nós, do 7x7, quem já somos as "tias"), fiz uma pequena pesquisa para poder tirar a dúvida que a Gel colocou na cabeça de alguns, no post abaixo.

Afinal, quem foi o Moderninho??

Este pequeno ser era um fantoche do programa "Xou da Xuxa", lá das antigas, quem animava o sorteio de cartas (sim, ela ficava sentada sobre uma montanha de cartas que os fãs mandavam e, se sorteados, ainda faturavam uns brinquedinhos). Na realidade, ele era manipulado por Reinaldo Waisman, também responsável, junto de Maurício de Souza (esses vocês conhecem, né? Da Turma da Mônica), pelo cenário inicial do programa, repleto de fantasia.

Bom, nenhum site de busca que visitei disponibilizava uma imagem do personagem Moderninho, mas no orkut (quando não conseguimos "desenterrar" algo, sempre vale a pena dar uma olhadinha no orkut... hehe!), encontrei uma comunidade em homenagem a ele, de onde veio a ilustração deste post. Assim, fica a dica: http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=5789639 .

quarta-feira, 9 de abril de 2008

Parabéns, hoje é o seu dia, que dia mais feliz

Hoje tem festinha de novo, dessa vez é importada...e como diria o Moderninho* : E não é que a festa da Shu? É da Shuuuuuuuuuuuu.
Todas as felicidades deste e de outros mundos pra você AMORE :)


* Só quem ouvia os LP's da Xuxa é que sabe quem é esse tal de Moderninho.

quinta-feira, 3 de abril de 2008

Chegou a hora de apagar as velinhas...

...vamos cantar aquela musiquinha.

Que a Katita tenha uma boa parte dos sonhos realizados de agora em diante e muita saúde pra correr atrás dos que ficaram faltando.
Mil beijos e felicidades infinitas pra você magrela :)

sexta-feira, 28 de março de 2008

Era só o que faltava



E os não-fumantes que achemos graça.

Cigarro eletrônico, 'só' para que a fumaça podre não incomode mais aos que não fumam. Os que fumam vão poder continuar se entopindo de nicotina até ficar doentes e/ou morrer e causar dor e sofrimento para os bobos dos parentes e amigos que não fumam mas amam alguém que o faz (porque fumar, por enquanto, pelo menos para mim, não é um defeito imperdoável) e prejuízo aos cofres públicos e mais lucro pra indústria farmacêutica (não sem antes engordar mais os cofres das indústrias que matam, craro).

Não quero nem ver a cara-de-pau de quem vier defender a idéia, dizendo que tem direito de fazer o que bem entender da vida e bla blá blá, conversinha cretina. Já que gosta tanto, vai ter de engolir um cigarro tradicional, pra tentar me convencer. Inteiro. Aceso. E tenho dito.

domingo, 23 de março de 2008

Páscoa na vó...

Vai chegando a Páscoa e não há como não me lembrar de tantas datas destas passadas na casa da minha vó.

Os ovos, que por serem tão caros só ganhávamos dela ou do meu padrinho... Já foram escondidos pelo quintal, para que eu e o Mano procurássemos, até descobrir onde o coelhinho os escondeu!

Ou as cestas de coelhinhos feita de isopor, a minha rosa e a do Mano azul, que depois serviu para abrigar as coisinhas de higiene da nova irmãzinha que ganharíamos, a Dê.

Ou, ainda, quando a própria Dê já era maiorzinha, eu fui o próprio coelho de Páscoa (dentes não faltavam!!), com a roupa feita pela vó, para entregar a ela e ao nosso primo, Tiago, bem como aos demais da família, as lembranças da data.

Tudo isso com a casa cuidadosamente preparada para a ocasião: chocolates em arranjos na sala e na cozinha; toalhinhas feitas pela vó, bordadas ou aplicadas com ovinhos de Páscoa ou coelhinhos; coelhos na entrada da casa ou pelo pátio; e aquele sorriso inesquecível e abraço gostoso, daquela vó maravilhosa, que fez de cada dia de minha vida, e não só da Páscoa, uma data doce e cheia de motivos alegres para dela me recordar e da vida gostar.

Este ano, no início do mês, ao chegar na mãe, me deparei com tudo decoradinho: a mesa toda bonita e tipicamente enfeitada, na varanda, com coelhos no quintal, guirlanda de Páscoa na porta, as toalhinhas da vó na cozinha... E pensei: “Que bom!!! A Alissa vai desfrutar do mesmo gostinho de ter uma vó que eu tive o prazer de provar por 26 anos...”.

terça-feira, 18 de março de 2008

Então

Não é 'meu' dia de escrever mas vamos lá, :P .

Andei fuçando por aqui, tirei a cara sonolenta do brog ;) linkei alguns visitantes da casa, não está pronto ainda, então, não se apoquentem.

Enfim, recebemos um meme* da Ráh Biagi, na verdade Katita o recebeu, mas como aqui tudo é de todas, rs, resolvi tomar a frente e se as meninas quiserem seguir, que mal há?

Funfa assim: é preciso pegar o livro mais próximo, ir até a página 161 e transcrever a 5ª. frase. Sorte (ou não) meu pc fica ao lado da estante de livros da casa (meus, dos meus pais, das minhas irmãs), então, peguei um meu, aleatório (no mamãe-mandou mesmo, rs). Calhou o "Menina que roubava livros", do bonitão Markus Zusak:

"Essa foi a primeira vez que Hans escapou de mim. Na Grande Guerra."

Fugindo à regra, eis o que vem em seguida:

"Uma segunda fuga ainda estava por vir, em 1943, em Essen.
Duas guerras para duas fugas.
Uma vez jovem, outra na meia-idade.
Não são muitos os homens que têm a sorte de me tapear duas vezes."

Para quem não sabe, o livro é narrado pela Morte durante a 2ª. Gerra Mundial, na Alemanha. Noutro post pretendo falar sobre o livro todo.

É isso. Quem quiser apropriar-se deste meme, fique a vontade. Só não deixe de nos avisar, ok?

* Meme? "É um termo cunhado em 1976 pelo escritor, zoólogo, etólogo e evolucionista britânico Richard Dawkins no livro "O Gene Egoísta". O meme é, para a memória, o que o gene é para a genética, ou seja, a sua unidade mínima. É considerado como uma unidade de informação que se multiplica de cérebro em cérebro, ou entre locais onde a informação é armazenada (como livros, cérebros ou blogs). Os memes podem ser idéias ou partes de idéias, línguas, sons, desenhos, capacidades, valores estéticos e morais, ou qualquer outra coisa que possa ser aprendida facilmente e transmitida enquanto unidade autonôma. Na blogosfera, um meme é uma espécie de corrente transmitida de blog em blog, conforme as pessoas respondem a um tema proposto e o repassam adiante."

Explicação copiada da Ráh, que copiou do Rick, que copiou do do Lucas que copiou do Turma do Amigão.

sábado, 15 de março de 2008

Escuro e frio


Tudo parece muito escuro.
Um frio imenso toma conta do corpo.
Não há vontade de conversar, nem sorrir, nem ao menos levantar da cama pela manhã.
Parece que dentro do peito enormes mãos tomam os órgãos entre os dedos e os espremem... E dói fisicamente.
O organismo já não aceita alimento. Nem um tipo. Neste momento, intervenção hospitalar é necessária, pois a fraqueza é tão grande que nem dá para ficar em pé. Só há vontade de dormir e quem sabe, nem acordar mais.
E as pessoas que gostam da gente começam a se preocupar e com razão. E se revezam para não te deixar sozinha...A solidão piora tudo, embora você não veja.
E pedem que você coma. E você come não por você, mas pelo outro que se preocupa.
E você olha o pequeno a quem você deu a luz com os olhos grandes, pedindo sem falar : “Vamos, preciso de você”...
E você sente os braços do homem que você ama em volta de você, que sem dizer nada pede que você volte a ser aquela mulher que o encanta.
E você percebe que sua mãe abriu mão da sua vida, da sua casa para ajudar a você sair desse buraco imaginário.
E então você percebe que esta sendo egoísta e covarde, por quase desistir, sem nem ao menos tentar.
E o sol começa a aparecer tímido entre algumas nuvens.


Queridas...não há mais motivos para se preocupar. Foram 15 dias terríveis, 6 kg a menos, mas com fé, oração, carinho e ajuda profissional estou bem melhor agora.

sexta-feira, 14 de março de 2008

Como é que pode?

Esta semana estou decepcionada e desapontada.

O material da escola onde trabalho, é bem amplo, abrange temas desde o primordial, como os cumprimentos até política e arte, para que os estudantes aprendam a se comunicar em espanhol sobre quaisquer temas.

Foi na 4ª. feira, um estudante do nível intermediário (de 5 livros ele está no 2º.), graduado na faculdade já, empregado de uma multinacional sediada em Poços, ao terminar um exercício disse que não sabia quem ‘é’ Frida Kahlo.

Corrigi sutilmente dizendo que Frida foi uma pintora mexicana, do século passado (e no livro que ele acabara de ler constava um pequena biografia dela), na esperança de que ele se lembrasse quem tinha sido Kahlo. Mas o rapaz realmente não fazia a mínima idéia de quem tinha sido ela, e nem deu muita bola pra isso (de certo achando que eu por ser professora tenho de compreender que um cara barbado não saiba o mínimo de História...).

Fiquei pensando então: o que será que a galera faz quando não está trabalhando ou estudando? Muito válido estudar, mas estudar só faculdade não quer dizer que o cara se exime de saber o que se passa a sua volta, de ir além do que os professores “ditam”, pelo amor do Cristo!, a Inquisição já passou, pode-se ler e se comentar sobre qualquer assunto. Não estou pedindo que ele saiba quem foi Renoir – fiquei com medo de perguntar – mas sim Frida, contemporânea, latino-americana.

O que será que a galera faz quando não está estudando ou trabalhando? Vendo Big Brother. Aposto que da vida dos bobocas naquele estúdio a galera sabe tudo.

(Não me venham falar de preconceito. Preconceito é não respeitar a História do mundo, minha gente, e não ser contra quem não se digna a desligar a tv e ler um bom livro.)
UPDATE: Pra não dizer que eu falei m*rd*, vejam esta pesquisa.

sexta-feira, 7 de março de 2008


Então, Pódecarda está na moda, rs.

Saiu até num brog da Grobo, o concurso da homarada que quer concorrer ao Mister Brasil, evento de 3ª. até amanhã. Não vou mentir, povo bonito mas...

Né por nada não, prefiro o meu, que não faz as unhas nem depila sobrancelha mais que eu e tem emprego de verdade (porque hômi desocupado só pensa e faz m*rd*), tanto que fez os folders, os cartazes, a divulgação do tal concurso tirando maior sarro, mas fez, patrão da gráfica mandou, ‘tá feito. Não é preconceito contra homens vaidosos demais (de uns tempos pra cá inventaram até outra palavra, só para homens vaidosos demais: metrossexuais), é gosto: não gosto e ponto. E vocês, o que acham?

domingo, 2 de março de 2008

Dr. Henry "Indiana" Jones


Pegando o embalo dos "felmenhos" da Carol...
Confesso ter ficado bem contente ao saber que um novo filme do Indiana Jones vem por aí. Para os que não sabem, embora péssima aluna em história, ser arqueóloga já foi um sonho meu, que pretendia desbravar o Egito, mas que estremeceu – e desistiu - ao saber, na época de adolescência, que o local que oferecia o curso ficava no Rio de Janeiro.

Assim, me conformei em assistir aos filmes do Indiana Jones, onde então com o personagem principal vibrava, sempre esperando pelo que viria a seguir! Hehehe...

Agora, vamos ver se, embora já um senhor, Harrison Ford ainda tem aquela “pilha”!

P.S.: Já que é dia de revelar “podres”, lembrei-me de que adorei assistir, entre os “sonhos incríveis do New Kids On The Block”, o Donnie Wahlberg "no couro" do personagem, correndo daquela pedra que nunca parava de rolar!