
Vi no diário da Sissi (quando ainda era
aqui mas agora está
cá, virou
caléga de B
rogspot) sobre apontar bizarrices minhas. Tenho impressão que já falei de algo parecido por aqui ou no
cafofo mas enfim, adoro meme (será isso bizarrice?), então aí vai:
1. Uso meia combinando com a blusa: blusa vermelha, meias vermelhas, blusa verde meias verdes. Se é o caso de usar sapato sem meia (sapatilhas ― que tenho aos montes desde que me entendo por gente, antes de virar moda ― ou sandálias, procuro combinar também. E sim, tenho sapatilhas/sandálias vermelhas, verdes, cores várias). Meu namorado racha o bico de rir disso. O que nos leva ao tópico...
2. Não uso rosa, amarelo ou branco: portanto, não tenho meias dessas cores. E não adianta: branco me deixa do tamanho de um bonde, rosa me deixa meiga e pálida demais ― o que não combina, quem me conhece sabe que sou tudo, menos meiga ― e amarelo fico parecendo um sinalizador pra aterrissagem. Acho isso bom senso e não bizarrice (mas acho também que aí é que mora a bizarrice: quem a tem não a reconhece...).
3. Não gosto de caneta Bic: já fui mais crítica quanto a isso na época de colégio, hoje até faço concessões, mas não adianta, não gosto e ponto.
4. Não durmo descoberta: graças ao bom Deus, Pódecarda faz friozinho o ano todo, à noite principalmente, mesmo no verão, um edredonzinho leve dá pra usar.
5. Não tomo sol: minha irmã fala que eu pareço uma velha andando na rua: ando encostada aos muros, buscando sombras de árvores, falta só abrir a sombrinha! rs Não gosto e não tomo sol. Pois é, eu também acho que nasci no país errado... rs
6. Tenho de conferir as coisas: se as portas estão trancadas, se o gás está desligado, se coloquei tudo na bolsa, se tomei o remédio na hora certa. Das portas e do gás confiro uma vez só (mas tenho de conferir), agora do remédio, nem sei quantas. Eu sei, perigo de TOC, mas eu me controlo. Ou tento.
7. Não entro em lugar que pessoas desconhecidas têm de encostar em mim: explico: se um barzinho ou uma festa está lotada o suficiente para que eu me movimente ou estas pessoas se movimentem inevitavelmente se encostando em mim (porque o espaço é pouco ou porque o mercenário do dono do espaço vendeu mais ingressos do que deveria/poderia) fico fula, quero ir embora ou nem quero entrar se da porta dá pra ver que pessoas que eu nunca vi na vida vão encostar em mim (carnaval e coisas do tipo que além de encostar as pessoas suam umas nas outras, nem m-o-r-t-a).
8. Inevitavelmente, abano a mão na frente do nariz se alguém aparece fumando: na rua, na fazenda, na casinha de sapê (e pasmem: um infeliz fez isso uma vez no cinema; rapaz levou um esporro dessa que vos fala que ele quase engoliu o cigarro aceso de tanta vergonha), não importa, apareceu fumando, minha mão, mesmo que eu não queira, abana o ar em frente a meu nariz. Parece falta de educação, mas quer falta de educação pior do que ser obrigada a respirar a fumaça podre produzida pelo/a fumante?
9. Guardo dinheiro por ordem: na carteira, se a sorte der, e eu tiver desde notas de 1 até notas de 50, são guardadas na ordem crescente. Sempre. Se na pressa (caixa cheio, por exemplo) sou obrigada a enfiar tudo de mal jeito na carteira, na 1ª. oportunidade que tenho sossego, tenho de ajeitar as notas. Mesmo se só tiver nota de 2 e 5 (rá, o que é bem constante), vão ser sempre guardadas as de 2 seguidas das de 5.
10. Lavo louça por ordem: meu escorredor de louça fica parecendo propaganda de detergente: pratos seguidos de pratos de sobremesas seguidos de pires. Colheres separadas dos garfos separados das facas. Fica lindo, rs.
Chega né? Vou ver se acho outras bizarrices mais, mas por enquanto essas.
A Sissi tem umas várias com relação à comida, eu nem tenho, porque como de tudo mesmo (estes dias meu sogro perguntou o que eu não comia de jeito nenhum e só consegui pensar em cereja ― em conserva; fresca eu adoro ― melão ― amarelo, desse mais comum; aquele verde por fora, que parece a pele de um sapo, rs, e aquele que é abóbora por dentro eu gosto ― e caqui― que tem uma textura esquisita, não tem? Mas foi só. Sou uma glutona, uma draga, como diz uma prima minha, he he. Ah, não, Coca-Cola ou qualquer outro refri parecido, não tomo, porque não gosto mesmo, também acho que tem gosto esquisito).